segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Coluna do blog

O quase candidato
A mando do Roberto Bulhoes, sai de São Paulo direto pra Juazeiro do Norte. De lá foram 10 quilometros ate o Cratinho de Açucar onde encontrei Antonio Vicelmo, outro jurássico jornalista que nem nós, o mandante e o mandado. Idéia simples: O Bulhões quer  botar no ar, na TV Padre Cicero e guardar pra posteridade personalidades que marcaram seu tempo no Cariri cearense. Porque eu, não sei, se o próprio Bulhoes é um baita entrevistador. Mas o que Bulhoes queria era conversa fiada, um leriado que tirasse Vicelmo dos seus guardados e os colocasse na rua, contando histórias de tanta coisa que viveu.  Uma conversa de amigos, um cutucando o outro e disso eu sou bom. Conversador sou e cutucar onça até com vara curta é comigo mesmo. Foi uma léria de três horas com três câmeras, microfones e luzes, só interrompida pelo almoço que a Mariza, mulher dele fez pra gente. Não sem antes me servirem o diabo de uma cachaça tão boa que até agora estou arrependido de não ter pedido a garrafa pro Vicelmo. Pois bem. Leriado de jornalista geralmente passa por uns cortes e recortes no universo político. É que a gente sabe muito bem quem presta e quem não presta. As histórias do Vicelmo foram, algumas cantadas até em versos do Patativa que descobriu que Vicelmo, pra ganhar Mariza teve primeiro que ganhar Joaca Rolim, o pai dela. Segundo o Patativa, Vicelmo fez de Joaca Profeta de Chuva no rádio no jornal e na televisão. Ai encantou Mariza. Vicelmo confirma morrendo de rir, mas não escancara quando falo na candidatura dele a prefeito do Crato, arrumação do Tasso. Tasso armou e pediu pra Vicelmo ser convidado pro Assis Machado para uma conversa em Palácio. Ouviu Assis fazer o cerca-lorenço e respondeu com um sonoro não, até porque Mariza não deixa e quem manda é ela. Morreu aí o político e sobreviveu o contador de histórias, colecionador de causos como o que contou sem citar os nomes das cidades. - Fui cobrir uma festa de aniversário de uma cidade da região. Ao meu lado havia o prefeito da cidade vizinha. Eu disse pra ele; a gente bem que podia fazer uma festa do aniversário de sua cidade. E ele; -Ora Vicelmo, é só marcar a data.

A frase: "Enquanto vemos policiais fazendo selfies com o Rogério --este, sim, pessoa conhecida pelo uso de violência--, o ex-governador é tratado de maneira animalesca"... Jurista analisando a estupidez de acorrentar e algemar Sergio Cabral em transferencia.

Onde chegamos (Nota da foto)
Vou de dedicar a minha recuperação moral. Não vou sair da presidência com pecha de falcatrua, diz o Interino em entrevista.

Vaidoso,todo
Zé Arnon Bezerra, prefeito do Juazeiro do Norte anda todo pimpão. Carrega nos bolsos dois smartphones cheinhos de imagens de obras que toca na terra dele.

Prefeito
Zé Arnon, sabe dos problemas da saúde do município e resolveu conhecer de perto o bode na sala. Está despachando dia de sexta feira em uma unidade de saúde de Juazeiro.

Filho amado
Camilo Santana, governador do Ceará, fora os adversários e inimigos que todo mundo tem, está nas graças do povo do Cariri. Está virando a região de cabeça pra baixo.

Seria caso de cadeia?
O Interino, segundo o UOL anunciou que tem 30 bilhões de reais para gastar com deputados que vendem – e compram – votos para aprovar a previdência como deve ter prometido a alguém.

Valha-me Deus!
Lembra do Collor, o Fernando? É, aquele mesmo que foi caçador de marajá. Aquele, do Elba, da Casa da Dinda. Sim, gente, aquele que foi despresidenciado por besteira. É candidato de novo a presidente.

Fugiu ao controle
Alexandre saiu de férias da secretaria de turismo da prefeitura de Fortaleza. Ai, mais que depressa,o que estava no âmbito de discussões internas foi pra rua, pela pressa em falar, do vice de Pereira.

Roda gigante
Uma espalhafatosa entrevista falou da ideia da de uma enorme roda gigante,que nem a de Londres para enfeitar o terminal de um quebra mar da capital. Foi um tiro no pé.

Discussão
A roda gigante era um projeto. Apenas um projeto cujos valores, da ordem de R$20 milhões torna a coisa inviável. Quem poderia pagar R$50 reais por uma voltinha da roda do espigão?

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