Vale tudo no jornalismo


De pé nosso Wilson Ibiapina conversa na frente da Fundação Mario Soares, em Lisboa, com a Princesa D.Maria TEREZA de Orleans de Bragança, neta da Princesa Izabel e o encarregado do setor cultural da Embaixada do Brasil em Portugal. Por trás da camera, eu fotografando na noite friorenta da capital portuguesa.


Jornalista não é só aquele que tem diploma. É o que tem sensibilidade e sabe escrever uma notícia. O diploma não garante a intimidade com a informação. Tem jornalista que bate na notícia, topa na informação e passa por cima, não vê. Desses as redações estão cheias, abarrotadas. Aliás, não se faz mais jornalista como antigamente. Como no tempo do Dede de Castro, do Rangel Cavalcante, do Edmundo Maia, Luis Edgar de Andrade, Egidio Serpa, Rodolfo Espinola, Wilson Ibiapina , Macário Batista, Juarez Temóteo, gente com faro feito cão. Galeguinho, Elísio Serra, Hilton Oliveira, Marcelo Ponte, Gervásio de Paula, Agladir Moura, Inácio de Almeuida,jornalistas formados na escola da vida, forjados nas redações, sujando as mãos de tinta, almoçando e jantando fatos,. acontecimentos, sem se importar com salário. A recompensa estava nas páginas dos jornais no dia seguinte. Todo mundo feliz, lambendo a cria e já pensando em suitar, em fazer outras matérias, o pão que alimenta o jornalista. Diploma é coisa para enfeitar parede, principalmente quando é forjado assim. Será que o Giolmar Mendes tinha razão quando acabnopu com o diploma ou só ajudou a desmoralisar a profissão?

Postado pelo jornalista Wilson Ibiapina, do Pessoal do Blog em Brasilia.

Penso eu - Aproveitando a deixa o nome do Rodolfo no meio, hoje vamos ao lançamento do novo livro do nosso historiador mór, o Rodolfo Espíndola. No Ideal, as sete da noite.

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