quarta-feira, 22 de março de 2017

O Túmulo de Jesus

Túmulo de Jesus revelado após obras de restauro

 

Obras duraram 10 meses e custaram mais de 3 milhões de euros
O restauro do edifício e da cúpula que salvaguardam o local onde Jesus Cristo terá sido sepultado, na Igreja do Santo Sepúlcro, em Jerusalém, está terminado. "É possível, atualmente, ver-se a cor e textura, as inscrições e as pinturas a fresco", disse a arqueóloga Antonia Moropoulou, responsável pela intervenção, que amanhã desvendará o resultado final.
O edifício, localizado onde, segundo a tradição cristã, Jesus Cristo foi enterrado e ressuscitou ao terceiro dia, foi alvo de obras de restauro que se prolongaram por dez meses, durante os quais foram limpos os mármores da estrutura e se reforçou a sua estabilidade, noticiou a agência espanhola Efe.
Foram também substituídas as telas danificadas, e tapadas as gretas com argamassa, preenchidas as fissuras e reforçados os suportes para que o "monumento dure para sempre", realçou a arqueóloga grega.
Os andaimes, colocados pelas autoridades britânicas, em 1947, foram retirados em finais de fevereiro, assim como as lonas e redes que tapavam o edifício serão tiradas em breve, tornando visíveis ao público os materiais da construção.
No topo da cúpula está colocada uma cruz grega, que ali não se encontrava anteriormente às obras de restauro e que, segundo o arqueológo Eugenio Alliata, frade franciscano, poderia ter pertencido ao projeto original.
Com um orçamento inicial de três milhões de euros, a equipa de restauro contou com um financiamento total de seis milhões, 80% destes provenientes de donativos do estrangeiro, disse à Efe Bonnie Burham, ex-presidente do Fundo de Monumentos Mundiais (World Monuments Funds -- WWF).
Moropoulos afirmou-se satisfeita com os trabalhados e pediu à "comunidade cristã que mantenha" o restauro feito.
Em estudo está o projeto de "estabilização das fundações", que a arqueóloga responsável entregou aos três guardiães da igreja -- o ortodoxo grego, o apostólico arménio e o católico. Este estudo e a sua concretização visam evitar uma maior deterioração do edifício no futuro, apesar da grande complexidade que se revela a obra que implica drenagem de águas e os despejos subterrâneos acumulados nas fundações.
A igreja do Santo Sepulcro manteve-se aberta ao culto e aos peregrinos durante todo o processo de restauro e apenas esteve encerrada durante 36 horas, quando foi levantada a lápide que tapava a vala original de Jesus Cristo, o que não acontecia há 500 anos.
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Obras duraram 10 meses e custaram mais de 3 milhões de euros
O restauro do edifício e da cúpula que salvaguardam o local onde Jesus Cristo terá sido sepultado, na Igreja do Santo Sepúlcro, em Jerusalém, está terminado. "É possível, atualmente, ver-se a cor e textura, as inscrições e as pinturas a fresco", disse a arqueóloga Antonia Moropoulou, responsável pela intervenção, que amanhã desvendará o resultado final.
O edifício, localizado onde, segundo a tradição cristã, Jesus Cristo foi enterrado e ressuscitou ao terceiro dia, foi alvo de obras de restauro que se prolongaram por dez meses, durante os quais foram limpos os mármores da estrutura e se reforçou a sua estabilidade, noticiou a agência espanhola Efe.
Foram também substituídas as telas danificadas, e tapadas as gretas com argamassa, preenchidas as fissuras e reforçados os suportes para que o "monumento dure para sempre", realçou a arqueóloga grega.
Os andaimes, colocados pelas autoridades britânicas, em 1947, foram retirados em finais de fevereiro, assim como as lonas e redes que tapavam o edifício serão tiradas em breve, tornando visíveis ao público os materiais da construção.
No topo da cúpula está colocada uma cruz grega, que ali não se encontrava anteriormente às obras de restauro e que, segundo o arqueológo Eugenio Alliata, frade franciscano, poderia ter pertencido ao projeto original.
Com um orçamento inicial de três milhões de euros, a equipa de restauro contou com um financiamento total de seis milhões, 80% destes provenientes de donativos do estrangeiro, disse à Efe Bonnie Burham, ex-presidente do Fundo de Monumentos Mundiais (World Monuments Funds -- WWF).
Moropoulos afirmou-se satisfeita com os trabalhados e pediu à "comunidade cristã que mantenha" o restauro feito.
Em estudo está o projeto de "estabilização das fundações", que a arqueóloga responsável entregou aos três guardiães da igreja -- o ortodoxo grego, o apostólico arménio e o católico. Este estudo e a sua concretização visam evitar uma maior deterioração do edifício no futuro, apesar da grande complexidade que se revela a obra que implica drenagem de águas e os despejos subterrâneos acumulados nas fundações.
A igreja do Santo Sepulcro manteve-se aberta ao culto e aos peregrinos durante todo o processo de restauro e apenas esteve encerrada durante 36 horas, quando foi levantada a lápide que tapava a vala original de Jesus Cristo, o que não acontecia há 500 anos.

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