quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Coluna do blog




Ontem, hoje e sempre
O título parece programa de rádio pra não deixar morrer memórias como de Nubia Lafaiete, Waldick Soriano, Nelson Gonçalves, Roberto Luna etc. e etc e tal. Não é. Parece mas não é. É que pra falar de  hoje tem que falar de ontem ou ainda, quem não tem passado não tem futuro. Presente é besteira. Um dia, lá atrás, o comandante Mauro Benevides, da polícia do Ceará levou um tiro de raspão no meio da rua. Na praça pública. De quem? De colegas policiais. Um motim e um arranca rabo entre policiais civis e militares lá no vetusto governo Tasso, o primeiro da trilogia. Pra quem leu, era cena viva de guerra civil. Depois disso, por muito tempo não se teve mais ideia de como tem sido a ciumeira entre civil e militar aforamente o pessoal novo que causou ciúmes, a bem vestida e ar condicionada Ronda. Pois bem, se aqui há calma, pela aí a traquitana gira. Essa coluna não é foro pra cuidar de polícia, mas de política e como de política devemos tratar o que ocorre no Espírito Santo, onde policiais amotinados por salários, botaram mulheres nas portas dos quartéis pra lhes garantir imunidade numa paralisação despudorada e covarde. Quem não pode com o pode não pega na rodilha, ensina o sertão seco, sem água, sem segurança, sem safra e quase sem aposentadoria. Agora o pior: um dia foi-me sugerido, como editor de televisão, não dar muita linha pra pipa das invasões a cidades durante uma seca miserável. Depois, a mesma sugestão pra não dar trela pros arrastões na praia. Juntando os trapinhos descobri que era “sugestão” do alto. Se mostra, a coisa se amplia e vira modelo e exemplo. É o que ocorre agora no Rio de Janeiro, imitando o Espírito Santo. Se a moda pega a mulherada vai tudo virar bucha de canhão de seus homens, pais, filhos, irmãos, maridos, amantes, companheiros, tico-ticos e coisa e loisa. Barbas de molho porque cachorro mordido de cobra tem medo até de lingüiça.

 

A  frase: “O que estourou em Vitória é pedaço de realidade instalada país afora”. Jânio de Freitas, jornalista.

 

 

Sem comprador (Nota da foto)

Só uma construtora teria, hoje, 640 unidades habitacionais disponíveis para venda na região sul de Fortaleza. Diz que no ano passado vendeu uma. Já uma outra teria construído 20 residências de luxo, na faixa aí de uns R$5 milhões de reais, imediatamente vendidas, na planta pras bandas do litoral leste. É a diferença. A imagem é da internet apenas ilustrativa ao texto.

 

Insuportável

O Brasil está cada vez mais difícil de ser encarado. O imbecil veta marchinhas de carnaval que bole com mulata e gay.

 

Insuportável II

O Teu cabelo Não Nega, Nega do Cabelo Duro, A Cabeleira do Zezé, a Pipa do Vovo não Sobe Mais...o que é isso? No carnaval?! Será que pode, “vão darem”?

 

Abandono

A coluna errou de novo.Publicou que o Tribunal Regional do Trabalho, no Ceará, havia abandonado o prédio em que funcionou a delegacia do Crato.

 

Desatenção

Desatenciosa, a turma da coluna faltou dizer que a de Juazeiro do Norte, também. O prédio está igualmente abandonado à sua própria sorte.

 

Falar em abandono

O DNOCS  tem uma casa na rua Carlos Vasconcelos, 2174. Era alugada à Casa do Leão. Pediu o imóvel. Pra nada. Está abandona e se acabando. Ô povim, viu!

 

O Dragão morre

O Centro Dragão do Mar,em Fortaleza, faz o diabo pra atrair gente. Faz de umlado, de outro a turma bota o povo pra correr.

 

Fechando as portas

O comércio do entorno do Dragão do Mar alega acumulo de lixo, insegurança e a própria liseira do povaréu pra turma não ir mais pra lá. Estamos de olho.

 

 

 

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