sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Coluna do blog



 Aqui não tem ninguém besta
Quando você vai às urnas, quase sempre tem três motivos: um; defende um interesse pessoal; dois; defende um candidato ou o pedido de alguém (as vezes entrega a mercadoria vendida) três; imagina que estará fazendo o bem para seu bairro,cidade, estado, nação. Depois disso é pura especulação. Danado é que quase sempre em uma,duas ou nas três situações cê quebra a cara, se decepciona, chama tudo quando é político de FDP, xinga a mãe deles até a ultima geração, promete nunca mais votar mas, desavergonhadamente, eleição que vem tá lá, todo entusiasmado defendendo de novo aquelas três vertentes e etc. e tal. Essa conversa fiada é pra lembrar que nos últimos pleitos o voto foi dado sonhando com água pro Ceará e a transposição do Velho Chico. Também, claro. Mas o que se vê? Uma  politicagem barata e raivosa que pune o Estado do Ceará e os cearenses em nome das eleições de 2018. Precisamos de água como o ar pra respirar e isso nos faria muito bem se a transposição sonhada saísse logo. Ce acha que os caras se tocam? Neeeemmmm!!!. Estão atrasando a obra, fazendo licitação e o diabo a quatro, quando tudo poderia ser simplificado porque o Governo Federal do Interino é do PMDB e o Governo do Ceará é do PT, que anda comendo o pão que o diabo amassou porque teve o desfrute de derrotar a candidatura da coligação onde estava o PMDB à época. Cê entendeu agora? É um cabo de guerra. O PT precisa da obra pra botar água no Ceará e não deixar o povo morrer de sede, o gado morrer de sede, o comércio morrer de sede, a indústria para e morrer de sede. O PT é o Governo do Estado do Ceará. Só que o outro lado sabe que o Ceará precisa disso e bota o dedo no suspiro pra dizer que resolveu, quando e se resolver, que nem fez com as adutoras rápidas que o Governo fazia, mas tiraram dele pra beneficiar  quem é dono do DNOCS. E fica aí todo mundo pisando no bico do peito se dizendo moça. Foi-se o tempo que aqui tinha besta. E medo. E tem mais: se bulir muito o carnegão sai.

A frase: “No es mi presidente”. É o que se escuta dia e noite nas mais importantes cidades dos Estados Unidos. Protestos contra eleição de Trump recrudescem.


Teremos outro Kennedy? (Nota da foto)
Dona Carolina Sanchez é nicaraguense. Mora em Miami. Conversou demoradamente comigo num ônibus para o subúrbio de Miami Dade. Falou muito sobre americano limpar casas e banheiros, serviços dos latinos e indocumentados. Quando perguntei sobre os protestos e o acirramento dos ânimos disse baixinho: Temo outro Kennedy?

Andando na rua
Quando se anda pelas ruas dos Estados Unidos e/ou senta num restaurante, invariavelmente servido por latinos, sente o drama.

Medo
Há medo. Um sentimento de quem perdeu tudo a partir da esperança. Trabalhando com os sem documentos formais os imigrantes aqui temem por si ou por parentes.

Emprego pros de casa
Segundo o discurso de Trump botar as pessoas pra fora dos EUA é garantir emprego pros americanos, disse. Duvido que um americano vá limpar casas e servir mesas.

E mais...
Uma análise mais acurada das votações da Califórnia e da Flórida, onde xicanos, cubanos e imigrantes em geral votaram, conclui algo incrível.

Conclusão
As pessoas votaram para que os indocumentados sejam expulsos e eles, os latinos documentados não corram risco em seus empregos. Concorrência é concorrência.

Povo nas ruas
Os jovens foram às ruas. Na verdade estão nas ruas dos Estados Unidos protestando contra a eleição de Trump. Não acreditam, não entendem, não aceitam.

É novidade
Nunca se viu algo desse nível em terras americanas. Já vi protesto de tudo. De eleição presidencial, isto é, de um presidente eleito, jamais.



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