sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Bom dia

Logo após a aprovação da PEC do teto por 366 deputados, assessores do Interino já estavam preocupados com a apreciação em segundo turno da proposta, que deve acontecer no próximo dia 24 ou 25.
Diziam que, o problema da “vitória maiúscula” obtida na Câmara era segurar os votos favoráveis a PEC. O receio do Planalto é que uma votação menor seja interpretada como enfraquecimento da base.
E, sabendo que deputados vão cobrar cargos e promessas do governo entre o primeiro e segundo turno da votação, estratégias para impedir defecções estão sendo traçadas.
Entre elas, o governo quer punir deputados da base que foram contra a PEC e forçar partidos que fecharam questão a tomar atitudes concretas contra parlamentares contrários à proposta – o que mandaria recados para quem, no futuro, quiser fazer algum tipo de voto de protesto ou faltar à sessão.
Todo voto tem um preço ou, como diz o canelau: não existe almoço de graça.

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