domingo, 11 de setembro de 2016

Isso tem fundamento?



Temer negocia privatização do Aquífero Guarani



Temer negocia privatização do Aquífero Guarani – Bomba: o governo interino vai privatizar as águas do Aquífero Guarani, reserva de água doce com mais de 1,2 milhão de Km², sendo 840.000 Km² em território brasileiro.
Sua maior ocorrência se dá em território brasileiro (2/3 da área total), abrangendo os Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Temer negocia privatização do Aquífero Guarani
Temer negocia privatização do Aquífero Guarani
Fonte: Brasil Escola

Temer negocia privatização do Aquífero Guarani

Chega ao limite a sanha privatista do governo interino, já que a água é um bem comum e sabemos que, pelo andar da devastação do meio ambiente, seria o bem mais precioso ao país.
Segundo o jornal Correio do Brasil, apesar dos apelos por se tratar de medida extremamente impopular, Temer adiou a reunião do Programa de Parceria e Investimentos (PPI), para 12 de setembro.
Sabe-se, no entanto, que as negociações com as principais multinacionais do setor, dentre elas a Coca-Cola e a Nestlé estão em estágio avançado.
Não basta privatizar as reservas do pré-sal e da Eletrobras, a sede por privatizações parece não ter fim. Abaixo, um pequeno trecho sobre o papel estratégico do Aquífero Guarani, fonte: Correio do Brasil
A relevância de um dos maiores mananciais mundial de água doce é tamanha que, há décadas, tem sido alvo da especulação quanto ao seu uso e exploração.
O Projeto de Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável do Sistema Aquífero Guarani, conhecido por Projeto Aquífero Guarani (SAG), da ANA, foi criado com o propósito de apoiar Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai na elaboração e implementação de um marco legal e técnico de gerenciamento e preservação do Aquífero Guarani para as gerações presentes e futuras.
Após a vitória dos conservadores na Argentina e os golpes de Estado por orientação da ultradireita, tanto no Paraguai quanto no Brasil, restou ao Uruguai votar contra a privatização do aquífero.
Esse projeto foi executado com recursos do Global Environment Facility (GEF), sendo o Banco Mundial a agência implementadora e a Organização dos Estados Americanos (OEA) a agência executora internacional. A GEF, no entanto, mantém laços muito próximos às grandes corporações.

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