quarta-feira, 31 de outubro de 2012

PT não expulsará condenados, diz Rui Falcão

Deputados, ministros e dirigentes do PT promoveram na noite passada uma festa na Câmara. Destinava-se a celebrar as 5 mil edições de um boletim editado pela bancada petista. Inaugurou-se uma exposição chamada ‘Histórias de Lutas e Conquistas do PT’. De repente, a história do julgamento do mensalão, mais contemporânea, imiscui-se nos festejos.
Presente, o companheiro Rui Falcão foi indagado sobre o tratamento que o PT pretende dispensar aos condenados do mensalão. São quatro: José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares e João Paulo Cunha. Pelo estatuto, filiados condenados “por crime infamante ou por práticas administrativas ilícitas, com sentença transitada em julgado” devem ser expulsos. Porém…
O presidente do PT disse que “não houve nenhum desvio administrativo”. Assim, os encrencados do Supremo não sofrerão nenhum tipo de sanção partidária. “O Estatuto não se aplica a eles”, declarou Rui Falcão, em timbre categórico. Ele repisou, de resto, a defesa do retorno do suplente Genoino à Câmara: “Se ele quiser, é um direito dele. Imagino que ele queira.”
As reações do PT ao julgamento do Supremo evidenciam duas coisas: 1) partidos políticos também se suicidam. 2) o ex-PT precisa urgentemente de um código de falta de ética. Um documento que descriminalize praticas como a corrupção ativa, a corrupção passiva e formação de quadrilha.

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