terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O Poder sem Pudor do CH.


‘Coronel’ cerimonioso

Foto
Eleito senador, o coronel tucano Tasso Jereissati tentava definir seu gabinete, no início de 2003. Levado a conhecer um gabinete típico, na Ala Teotônio Vilela, ele se espantou com as dimensões modestas do espaço:
- É assim? A pessoa passa pela secretária e dá de cara com o senador?
- É assim mesmo, senhor – respondeu o funcionário do Senado.
Tasso preferiu um gabinete mais amplo no 11º andar do anexo. Para o visitante chegar a ele, precisava passar por quatro pessoas, incluindo atendentes, a secretária Marilu e o assistente Lucena.

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