THATIANY NASCIMENTO
Da Redação
Da Redação
Há exatamente 1 ano, 1 mês e 25 dias a Comunidade do Campo do América espera uma solução. O ponto em questão é o terreno de 4.378,15m², localizado no cruzamento das ruas Tenente Benévolo e José Vilar, na Aldeota. Há décadas utilizado pelo moradores como campo de futebol, a arena ainda não tem um destino certo. Isto porque desde a polêmica estabelecida em novembro de 2010, quando o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), proprietário do campo, quase levou a área a leilão, pouca coisa de fato foi resolvida.
O campo é um patrimônio para a Comunidade, que espera ansiosamente a resolução do conflito. Desde o aviso de leilão, quando o preço mínimo de venda estabelecido foi de R$ 6,2 milhões, os moradores aguardam as intervenções. E elas vieram do poder público, quando, no mesmo mês e ano, a Prefeitura manifestou a intenção do Município de Fortaleza em adquirir a propriedade.
Em junho do ano passado, o interesse foi oficializado, e o valor venal do terreno foi diminuído. Na nova proposta o novo valor estimado foi de R$1 milhão e 900 mil. Mas, desde então a espera continua.
De acordo com a assessoria de comunicação da Prefeitura, o município aguarda uma resposta do INSS, que ainda não se manifestou quanto à oficialização do desejo de compra. Enquanto isso, a licitação do projeto de reurbanização da área está sendo encaminhada, conforme informou a assessoria.
Gramado, espaço para uma espécie de arquibancada, diminuição do campo, e revitalização para a passagem de transporte, estão previstos no projeto, que custará aos cofres públicos R$ 519 mil. A ideia é adquirir o terreno e transformá-lo em um espaço esportivo para os moradores.
TORCIDA POSITIVA
E é acreditando neste sonho que o carpinteiro, José Ribamar, um dos 5.000 habitantes da Comunidade que está na torcida, acompanha as atividades realizadas no espaço. As tardes, aproveitadas à beira do gramado, na sombra de um prédio na Rua José Vilar, são tradicionais. Assim, seu José torce e vê inúmeros atletas amadores usufruirem do local. Ele, está inquieto sobre o destino do valioso campo. Quando perguntado sobre a questão, ele dar de ombros, e diz confiar na promessa que o terreno será realmente do povo.
E é acreditando neste sonho que o carpinteiro, José Ribamar, um dos 5.000 habitantes da Comunidade que está na torcida, acompanha as atividades realizadas no espaço. As tardes, aproveitadas à beira do gramado, na sombra de um prédio na Rua José Vilar, são tradicionais. Assim, seu José torce e vê inúmeros atletas amadores usufruirem do local. Ele, está inquieto sobre o destino do valioso campo. Quando perguntado sobre a questão, ele dar de ombros, e diz confiar na promessa que o terreno será realmente do povo.
Seu Francisco de Assis Lima, que há 45 anos mora no local, também demonstra entusiasmo. Ele integra um projeto de esporte que treina criança da área. São mais de 100 garotos e adolescentes, diariamente jogando bola no terreno. “Das 16h às 20h tem gente ocupando o campo. No final de semana é a vez dos adultos. Nós recebemos gente de outros cantos, que vem jogar com nosso time profissional”, conta Franscico.
As últimas informações sobre o processo de aquisição, conforme Francisco, foram apresentadas pela Prefeitura em dezembro do ano passado. Em uma reunião, foi exposto o plano de revitalização da área. Conforme informado, com a reforma o campo deverá diminuir de tamanho. Obedecerá as medidas exigidas pela FIFA, mendindo 90 X 45m.
Até lá, as mais de 800 famílias da Comunidade ficarão na espera. A torcida é organizada nas calçadas, local que a cada entardecer abriga os moradores. Enquanto isso, as partidas não são dispensadas, mesmo que o cenário ainda seja o campo de terra batida.
A NOVELA
Em 2010
• No Diário Oficial da União de 11 de novembro o INSS informa que a área será levada a leilão;
• O leilão foi marcado inicialmente para o dia 1º de dezembro;
• No dia 17 de novembro a prefeitura manifestou a intenção de aquisição do Campo
• No dia 19 do mesmo mês o INSS anunciou a suspensão do leilão. Com isso, uma nova avaliação foi feita pela Caixa Econômica para estabelecer o preço do terreno.
Em 2011
• No dia 30 de junho foi oficializado pela prefeitura o interesse na compra do terreno, em resposta ao ofício enviado pelo INSS, que estabeleceu um prazo de 15 para a oficialização da questão.
Em 2010
• No Diário Oficial da União de 11 de novembro o INSS informa que a área será levada a leilão;
• O leilão foi marcado inicialmente para o dia 1º de dezembro;
• No dia 17 de novembro a prefeitura manifestou a intenção de aquisição do Campo
• No dia 19 do mesmo mês o INSS anunciou a suspensão do leilão. Com isso, uma nova avaliação foi feita pela Caixa Econômica para estabelecer o preço do terreno.
Em 2011
• No dia 30 de junho foi oficializado pela prefeitura o interesse na compra do terreno, em resposta ao ofício enviado pelo INSS, que estabeleceu um prazo de 15 para a oficialização da questão.


0 comentários:
Postar um comentário