BLOGUEIRA CUBANA PEDE APOIO A DILMA PARA VIR AO BRASIL
A blogueira Yoani Sanchez (foto), dissidente cubana que ficou conhecida no mundo inteiro por suas críticas ao regime comunista fundado em 1959 pelo ex-ditador Fidel Castro, fez um apelo à presidente Dilma Housseff para ajudá-la a deixar a ilha. Sem obter autorização do governo comunista para viajar ao exterior desde 2004, Sanchéz postou no YouTube um vídeo no qual pede a Dilma para intervir junto às autoridades cubanas.'Por favor, interceda por mim. Já fiz tudo o que está a meu alcance. O muro do controle, o muro da censura, o muro que me impede de viajar livremente e retornar à minha ilha parece não se mover. Ajude-me, por favor”, pede a blogueira à presidente Dilma. Além disso, Yoani Sánchez, que também é jornalista, refere-se no vídeo ao passado de Dilma durante a ditadura militar, quando a presidente foi presa e torturada por participar de movimentos de esquerda.'Sei muito bem que ela (Dilma) sentiu na própria carne o que é a desproporção de poder entre um governo e um indivíduo, o que é o controle excessivo, a repressão. Então gostaria de apelar precisamente a este conhecimento histórico e pessoal que (ela) tem, de algo parecido com o que estou vivendo'.
Penso eu - Com todo respeito aos blogueiros e jornalistas que repetem à exaustão esse tipo de noticiário, vindo de fontes conhecidas (pelo menos por mim) informo que nada disso aí tem fundamento. É tudo coisa de neguim jogando pra torcida contra o regime dos Castro, que não é lá grandes coisas, mas também não é tão estúpido assim. Qualque pessoa (eu disse qualquer pessoa) quie quiser sair de Cuba, pra voltar, sairá. Basta que tenha: 1) uma carta convite de uma pessoa, família ou entidade que garante: a)passagem, hospedagem, comida, deslocamento e outros ítens fundamentais para sua permanência e sobrevivencia no país da "invitacion"; b) tenha algo a dizer ao mundo no interesse de Cuba ou do país que faz o convite; c) ratifique sua volta pra casa de forma a que não fique dúvidas de que não está fugindo do seu país. 2) sua presença no país do convite não cause transtornos nem denigra o regime. Pronto. Eu sei disso porque conheço Cuba. Não fui a Cuba, eu conheço Cuba do goleiro ao ponta esquerda.

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