quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Coluna do blog



Às vésperas de uma eleição
Em NY(EUA)fazia 2 graus e quase nevando. Passando por lá, vi uma coisa engraçada, quando pesquisava quantos já seriam os candidatos a presidente da república dos Estados Unidos. Já somavam 289 na semana passada mas chegariam além dos 300, imaginam os especialistas. Apesar de tudo é muito confuso o sistema eleitoral americano para escolha do seu presidente. Uma coisa meio maluca que nos remete a fraudes grandiosas como as acontecidas na eleição, a primeiro de Bush, o filho. Por mais que os Estados Unidos vejam-se e sejam vistos como um modelo de democracia, isso não significa que seu sistema eleitoral esteja livre de falhas. Ao contrário do que ocorre no Brasil e em Portugal – para ficar nestes dois exemplos – o chefe de Estado é eleito por um processo indireto. Cada estado elege um determinado número de membros do colégio eleitoral (ou delegados), que por fim elegem o presidente. O número de delegados varia de acordo com a população do Estado: por exemplo, a Califórnia possui 54 votos eleitorais – dados da última eleição –, o Wyoming possui apenas três. O Colégio Eleitoral possui 538 membros ao todo, que possuem poder de decisão superior a milhões de votantes. Para eleger-se presidente, o candidato precisa obter os votos de 270 desses membros. Todavia, em 48 dos 50 estados, se um candidato obtém maioria de votos, ele recebe todos os respectivos votos eleitorais daquele estado. Isso faz com que o sistema do Colégio Eleitoral seja alvo de reiteradas críticas, em especial após a eleição supostamente fraudulenta de George W. Bush em 2000. Naquela ocasião, Bush recebera todos os 27 votos eleitorais correspondentes à Flórida, após suspeitas de uma fraude que teria sido armada por seu irmão Jeb, governador desse Estado. A diferença de votos a favor de Bush na Flórida foi mínima: 537 sufrágios. Contudo, a reeleição de George W. Bush, em 2004, foi tranquila, Bush conseguiu tanto a maioria dos votos no colégio eleitoral quanto do total de votos dos cidadãos americanos.

A frase: "A liderança é uma poderosa combinação de estratégia e caráter. Mas se tiver de passar sem um, que seja estratégia." Para maus e acaráteres.

Civilidade
Quem chega do exterior, por Brasilia, e está acostumado a outros aeroportos brasileiros, na mesma situação tem algo importante pra ver.

Acreditam na sua palavra
Quando você entrega o documento dizendo que não traz nada proibido na bagagem, passa direto. O pessoal da receita acredita em você. Isso é ótimo!!

Felipão atrapalha
Ainda influente em Portugal, Felipão está, junto com o Presidente do Palmeiras tentando levar a Seleção portuguesa pra ficar em São Paulo na Copa. Atrapalha os planos do Ceará.

Drogas no Senado
A senadora Ana Amélia (PP-RS) deve ler hoje na Comissão de Assuntos Sociais o relatório final da subcomissão de senadores que estuda políticas sociais em favor de dependentes químicos de álcool, crack e outras drogas.

Dificil de entender
Hoje a mais alta corte nacional de Justiça deve decidir  sobre a aplicação da lei da Ficha Limpa para as eleições do ano  que vem. Aí em me invoco; se ainda vão decidir se vale pro ano que vem,como pode ter dúvidas de valeu pro ano passado, como no caso do Jader Barbalho?

Mudança de sinal:
TV Jangadeiro anuncia oficialmente sua filiação à TV Bandeirantes. A coluna antecipou em mais de mês o anúncio oficial. Assim, leitor desta coluna sabia da mudança havia trinta e tantos dias.

Zangados
Pessoal do comércio pesado de secos e molhados anda zangado com a Grendene, aquela indústria gaucha de sandálias que se instalou no Ceará.

Motivos quais
A Grendene dá 25 mil cestas básicas de alimentos a seus funcionários só na fábrica de Sobral. O diabo é que as cestas são compradas no sul maravilha onde fica a sede da Grendene.

E mais...
Dizem os comerciantes do Ceará que não só ficam lá os impostos estaduais como reclamam que poderiam ficar aqui se as cestas fossem compradas no Estado. A Grendene diz que não tem quem forneça 25 mil cestas/mês no Ceará.

Ocupe Wal Stret (Nota da foto)
Clique sobre a imagem para ampliar
Fui a NY ver como andava o movimento. Quando fotografei o quinto dia do Ocupe Wall Strett, senti que havia algo meio sério, meio porra-louca. As meninas, gente sem bandeira e sem ter o que fazer, dançavam com os peitos de fora, só de calcinhas, chamando atenção de gente que também não tinha muito o que fazer. Voltei agora e vi que àqueles jovens à toa, juntaram-se estudantes ainda sem bandeira e velhos, aposentados que querem continuar recebendo sem fazer nada. Do ponto de vista do protesto foi bom saber que nos Estados Unidos ainda ganha dinheiro quem trabalha. Apesar dos pesares.

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