domingo, 30 de janeiro de 2011

Hoje é domingo

Entáo é dia de Claudio Humberto do nosso O Estado

Lei impede Lula de ter carteira assinada no PT
A anunciada contratação de Lula para presidente de honra do PT por R$13 mil, com carteira assinada, esbarra no artigo 42 da lei federal 8213/91: aposentado por invalidez que voltar voluntariamente ao trabalho perderá o benefício. Lula ganha R$ 5 mil do INSS por ter perdido o dedo mínimo em suposto acidente de trabalho, aos 39 anos. À letra da lei, deveria ter renunciado à grana ao ser eleito presidente.




Diferente igual
O INSS pune a ilegalidade cobrando com juros e multa o aposentado por invalidez que volta ao trabalho remunerado. Os “normais”, claro.




Vereador Lula
Fosse servidor público à época, Lula manteria os dois benefícios se eleito vereador e pudesse cumprir ambos os expedientes.




Doação improvável
Amigos de Lula tentam convencê-lo a doar os R$ 13 mil que receber do PT todos os meses. O destino seriam os Alcoólatras Anônimos. Sério.




Esfinge
Taí uma missão para o “cara”: mediar a revolta da oposição no mundo árabe, onde fez amigos e negócios com os ditadores ameaçados.




Simon, o franciscano, adiou virtudes
para 2015
A afirmação do senador Pedro Simon (PMDB-RS), de que até fevereiro de 2015 vai decidir se fará opção pela aposentadoria de ex-governador (R$ 25,7 mil) ou de ex-senador (R$ 24,1 mil), embolsando até lá R$ 2,6 milhões, faz lembrar Santo Agostino (354-430 d.C) em suas Confissões (volume VII, 7, 17), que, adolescente, pediu a Deus a castidade, “mas não agora”. A frase poderia ser reescrita por Simon: “Dai-me a virtude da pobreza e do comedimento, mas só em 2015”...



Secretária eletrônica
A ONG Avaaz pediu “blitz” nos telefones do gabinete de Dilma, para impedir a construção da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, Pará.




Meu caros, caríssimos
O Diário Oficial da União publicou ontem o relatório de gestão fiscal do Senado: foram R$ 2,6 milhões, brutos, com despesa de pessoal.



Medo de ladrão
O Batalhão Esplanada, da PM-DF, fará “segurança externa” da Câmara Legislativa. Não, não é para proteger os cidadãos dos deputados.




Concorrência
Dilma gosta e até estimula a briga entre os governadores do Ceará, Cid Gomes, e de Pernambuco, Eduardo Campos, ambos do PSB. Ela sabe: Campos é forte candidato a presidente, em 2014.




Indigestão
O governador da Bahia, Jacques Wagner (PT), não consegue digerir o plano de Lula, de fazer o presidente da Petrobras, Sergio Gabrieli, seu sucessor. Wagner tem outros nomes no seu coração.




Dança das cadeiras
O ex-governador tucano José Serra quer lançar à prefeitura paulistana o senador Aloysio Nunes. Outro Aloizio, o Mercadante, agora ministro, é candidato do PT a uma nova derrota – para prefeito, em 2014.




Não vem que não tem
Na Consultoria Jurídica do Ministério das Comunicações, a ordem é ignorar ou “cozinhar” pedidos de audiência de senador ou de deputado. E manter longe o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).




Bem na foto
O senador Clésio Andrade (MG) tem a simpatia de pelo menos 25 deputados federais para acompanhá-lo em seu novo partido, que está em gestação. Especialmente parlamentares do DEM e PSDB.




Ouvir estrelas
O Observatório Europeu do Sul (Eso, em inglês), terá no Chile o maior telescópio do mundo graças a € 300 milhões do Brasil, revela o site especializado Maxisciences. O Eso é custeado por 14 países europeus.




O desempate
O clima no Supremo Tribunal Federal anda pesado com o julgamento sobre o bandidão Cesare Battisti. Dá rigoroso empate. Nas férias, ministros do STF se dedicam ao esporte de identificar quem poderá mudar ovoto, dando a vitória a uma das duas tendências.




A vida é um porre
Amigos de Lula mais chegados aos meios intelectuais o estão advertindo para as tardes sensaboronas que passará no Instituto da Cidadania. A vida acadêmica é literalmente um porre, avisam.




Comer, beber...
Na Itália, as orgias do premiê Berlusconi chamam-se “Bunga Bunga” e viraram filme pornô. Por aqui, ninguém ainda pensou num “Hic! Hic!”...




Poder sem pudor
A sabedoria do silêncio
Colecionador de todas as formas de coruja (chaveiros, biscuits, relógios, etc.), o ex-sindicalista Antônio Rogério Magri era ministro do Trabalho e vivia sob o fogo cerrado da oposição e dos jornalistas. Cada declaração sua, em geral desastrada, provocava uma nova crise. E ele não parava de falar. Só o fez após ouvir um colega de ministério encarregado de convencê-lo a fechar a boca:
- Magri, sabe por que coruja tem fama de sábia? Não é porque é sábia, é porque é muda...

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